Quem te viu e quem te vê

Adoro filmes, sejam eles americanos, ingleses, espanhóis ou brasileiros, longas ou curtas. Gosto de vários gêneros, e estou sempre arranjando um tempinho pra assistir algum. Então, por quê não comentá-los? Foi o que pensei, e criei esse blog para iss

S.W.A.T. - Comando Especial

18 de janeiro de 2008

Elenco: Samuel L. Jackson (Dan Hondo Harrelson); Colin Farrell (Jim Street); Michelle Rodriguez (Denise Sanchez); Jeremy Renner (Poker); LL Cool J (Deke).

Gênero: Ação

Distribuidora: Columbia Pictures

Inspirado no seriado de TV dos anos 70, o filme segue o personagem de Samuel L. Jackson, Hondo, quando ele é designado para recrutar e treinar cinco excelentes oficiais para uma nova unidade da SWAT (Special Weapons and Tactics).

Colin Farrell estrela como Jim Street, um policial de Los Angeles, cujo recente rebaixamento ao posto de secretário o deixa desesperado por uma segunda chance para vestir o uniforme de elite da SWAT.

Após semanas de rigoroso treinamento físico, a nova equipe rapidamente entra em ação depois que um famoso traficante, interpretado por Olivier Martinez, oferece um prêmio de U$ 100 milhões para qualquer um que conseguir libertá-lo da custódia policial.

A equipe da SWAT é perseguida por um perigoso grupo de caçadores de recompensas, enquanto tenta levar o traficante para fora de Los Angeles e entregá-lo com segurança nas mãos dos Federais.

Muito parecido com o seriado original, senti-me transportada para aqueles tempos quando a equipe da SWAT nos admirava com suas ações irrepreensíveis. Há muita ação no filme, que em alguns momentos nos deixa com a respiração suspensa imaginando o que virá a seguir.

O enredo, no entanto, perde-se um pouco lá pelo meio do filme e algumas partes da trama ficam mal resolvidas. É um ótimo filme pra quem quer apenas divertir-se por algumas horas em frente à TV.

(Zailda Mendes)

Por um triz

17 de janeiro de 2008

Matt Whitlock (Denzel Washington) é o delegado da pequena cidade de Banyan Key, na Flórida. Um policial honesto e respeitado, que passa por um terrível teste do destino.

Quando sua amante, Ann Marai, adoece e precisa de um caro tratamento, Matt abre mão de seus princípios e usa dinheiro de traficantes para pagar os médicos. O pesadelo começa, mas não adianta fechar os olhos: eles ficarão pregados na tela enquanto Por Um Triz abre sua rede de intrigas e tensão.

Um incêndio criminoso mata Ann Marai e seu marido e coloca o policial em evidência. A detetive Alex Diaz, ex-mulher de Matt, assume a investigação.

À medida que os detalhes do caso começam a aparecer, todas as provas indicam o delegado como o principal suspeito. Com o inquérito a pleno vapor, Matt entra em uma corrida contra o tempo para solucionar os assassinatos. Ele precisa ficar um passo à frente dos colegas e da ex-mulher para descobrir o que aconteceu e limpar seu nome. A solução do enigma ou a prisão de um bom policial está por um triz.

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Chamas da vingança

Uma onda de seqüestros violentos assola a capital mexicana. Temendo pela vida de Pita (Dakota Fanning), Samuel e Lisa decidem contratar um guarda-costas para cuidar da menina. E quem assume o cargo é John Creasy, um desiludido ex-funcionário da CIA que sofre com seu passado e com o alcoolismo.

Apesar do problema com as bebidas, fica com ele a tarefa de acompanhar e proteger a inteligente e curiosa garota. Sempre falante, Pita tenta conquistar a amizade do guarda-costas, mas não tem muito sucesso inicialmente. Com a convivência, porém, os dois se aproximam aos poucos.

Ao sair de casa, o funcionário deve constantemente vigiar a garota e o movimento nas proximidades. A amizade dos dois inclui, além das obrigações de guarda-costas, ajuda nas tarefas da escola, conversas e todo o cuidado na ausência dos pais.

Creasy vê sua vida mudar quando, um dia, ao esperar Pita sair da aula de piano, a menina é seqüestrada. Baleado, ele mal se recupera e vai em busca de vingança contra os responsáveis pelo crime. Ele acaba se metendo num submundo mexicano de policiais corruptos e advogados mal-intencionados, que farão tudo para acabar com ele.

Chamas da Vingança conta com uma participação do brasileiro Gero Camilo, que interpretou o Sem Chance de Carandiru. O ator trabalhou também em Cidade de Deus e Bicho de Sete Cabeças, entre outros.

O longa é estrelado por Denzel Washington, duas vezes vencedor do Oscar por Tempo de Glória (1989) e Dia de Treinamento (2002). A atriz-mirim Dakota Fanning é a mesma de Uma Lição de Amor e Grande Menina, Pequena Mulher.

Veja o trailer

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Dia de Treinamento

Todos os dias há uma guerra sendo travada nas ruas das cidades dos Estados Unidos - uma guerra entre os moradores, os traficantes e as pessoas que juraram proteger um dos outros. Essa guerra deixa conseqüências, nenhuma delas maior que a transformação do detetive do Departamento de Polícia de Los Angeles Alonzo Harris (Denzel Washington), oficial veterano da divisão de narcóticos há 13 anos.

Sua metodologia de trabalho é questionada por se manter num limite no qual se confundem legalidade e corrupção. Seu otimismo já foi desgastado por sua rotina nas ruas: lutar contra o crime de acordo com o regulamento pode matá-lo e, para cumprir o serviço, Alonzo e seus colegas precisam infringir a mesma lei que eles têm o poder de impor.

Dia de Treinamento é um drama realista e corajoso, ambientado no mundo moralmente ambíguo da investigação policial. A história mostra Alonzo perturbado ao testar o novato Jake Hoyte (Ethan Hawke), que tem um dia apenas para provar sua honestidade ao carismático superior.

Nas próximas 24 horas, Jake será empurrado cada vez mais fundo para a mira ética da lógica de Alonzo, à medida que os dois homens arriscam suas vidas e carreiras a serviço de suas conflitantes noções de justiça.

Trata-se de um drama de ação pungente que pede que o público decida o que é necessário, o que é heróico e o que ultrapassa os limites da luta contra o crime urbano. Será que os defensores da lei estão a serviço da justiça e da segurança pública? As ruas têm que ser seguras a qualquer custo ou temos que arriscar nossa segurança para insistir que esses representantes da lei, que foram escolhidos para nos proteger, o façam dentro dos limites da lei?

Numa época em que a polícia em todos os Estados Unidos luta contra a imagem pública da corrupção, do uso de drogas, de plantarem evidências e do excesso de brutalidade na patrulha das ruas mais perigosas do país, Dia de Treinamento pinta um retrato realista e corajoso da guerra que acontece dentro das fronteiras urbanas - e mostra como podem ser altos os saldos dessa batalha.

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O colecionador de ossos

Direção: Phillip Noyce

Roteiro: Jeremy Iacone

Elenco: Denzel Washington (Lincoln Rhyme), Angelina Jolie (Amelia Donaghy), Queen Latifah (Thelma), Michael Rooker (Capitão Howard Cheney), Luis Guzmán (Eddie Ortiz), John Benjamin Hickey (Dr. Barry Lehman), Ed O’Neill (Paulie Sellitto)

Duração: 118 min.

Gênero: Policial/Suspense

"Dois policiais na trilha de um assassino brutal. Eles devem ver, pensar e agir como um só, antes que haja uma próxima vítima."

Sem querer dar uma de crítico chato, daqueles que acham ruim qualquer filme made in USA (o que, além de tudo, seria uma grande ofensa a equipe CAFRI), “O Colecionador de Ossos”, suspense de Phillip Noyce, é o tipo de filme desapontador. Daqueles que você vê o trailer, fica louco para ver e, quando chega a bendita hora, pensa: É só isso? Foi exatamente esta a sensação de quase todos os espectadores ao final da sessão que eu fui assistir, especialmente para o CAFRI. Também pudera. Estrelado por Denzel Washington, um dos mais bem-sucedidos negros de Holywood e co-estrelado pela ótima (e bonita) Angelina Jolie, era obrigação do filme causar impacto. Afinal as peças estão todas no lugar: além do elenco caprichado, a fotografia é boa, a trilha é bem escolhida, as personagens são bem desenvolvidas e o livro de Jeffery Deaver é cativante. Para completar, até o nome do filme, “O Colecionador de Ossos”, é de arrepiar.

Por quê então o filme não engrena? O começo até que é bom. Preso a uma cama, de onde controla todos os aparelhos necessários para sua sobrevivência, o psicólogo forense e escritor Lincoln (Denzel Washington), passa seus dias planejando sua morte. Isso mesmo. Desde que ficou tetraplégico devido a um acidente de trabalho, o ex-queridinho da força policial nova iorquina não vê mais motivos para viver. A única companhia que ele tem é a TV, um marca-passo, uma enfermeira boa-praça (Quenn Latifah) e um gavião que o observa da janela. Porém, tudo muda quando um “serial killer” (Hollywood adora esta palavra) começa a atacar pessoas disfarçado de taxista, matando-as e em seguida, retirando parte de seus ossos. Para piorar, o assassino deixa pistas, que desafiam a polícia. E é ai que entra a novata Amelia Donaghy (Angelina Jolie, linda) uma policial inexperiente prestes a ser transferida, que acha as tais evidências e procura pelo doutor Lincoln que se torna a única esperança de solucionar os assassinatos e desvendar o plano sórdido do serial killer.

É a partir daí que o filme perde o pique e desemboca para os clichês de sempre: o policial, relutante, acaba aceitando o caso, descobre-se um passado nada agradável de um dos protagonistas e a cada assassinato o público se defronta com cenas de morte cada vez mais estilizadas - clichê máximo deste tipo de filme. Todo mundo passa a ser suspeito, desde a enfermeira até a própria oficial bonitona. Tinha gente no cinema que até desconfiava do gavião (!), tamanha a falta de cuidado dos roteiristas em achar uma lógica para os crimes.

O que se segue na verdade é um jogo de gato e rato, onde o vilão está sempre um passo a frente da polícia, algo que já foi visto em filmes de A à Z, desde o antigão “Psicose” até o recente “Seven”. E aquela velha história de mestre e pupilo, com uma relação cada vez mais profunda entre o doutor e a jovem, algo que nos lembra “Silêncio dos Inocentes”.

Só que o filme de Phillip Noyce, não chega sequer aos pés do clássico que Jonathan Demme dirigiu em 1992 e, apesar da boa vontade, Denzel Washington e Angelina Jolie, não são, em hipótese alguma, Anthony Hopkins e Jodie Foster. Seria muita pretensão. “O Colecionador de Ossos” não é um mau filme, tem momentos bons de tensão e consegue prender a atenção até o final, mas, quando este chega, a impressão é que se assistiu um filme que não acabou. Os crimes têm soluções inexplicáveis, e o roteiro não impressionou nem às crianças de 12 anos que estavam no local. Estas por sua vez, bradavam pelos corredores: "Mas é só isso?" Pois é, infelizmente, é.

(Plínio Meirelles)

Eu gostei do filme, apesar de concordar em parte com a crítica. Tem razão o Plínio Meireles quando diz que a história toda que foi "armada" no início nos leva a supor que haverá muito mais e que as explicações são um tanto obscuras. Fica um clima meio à la Agatha Christie, ficamos o tempo todo tentando desvendar o mistério mas esse prazer nos é tirado quando se acrescentam informações nos momentos finais e o desfecho é, no mínimo, broxante. Ainda assim um bom filme, que merece ser visto com atenção.

(Zailda Mendes)

Jogos Mortais 2

20 de março de 2007

Agora o pesadelo toma forma e, ligando-se esse filme ao anterior, conseguimos ter uma visão mais lógica das razões que fazem o mascarado aplicar "castigos" a algumas vítimas escolhidas a dedo. Aparentemente ele se julga uma espécie de "professor" que ensina uma lição bem amarga e dolorosa a seus "alunos".

O que eu gostei - Roteiro um pouco mais elaborado que o primeiro filme, há momentos de muito suspense e a trama nos parece bem mais próxima do "real" - Deus me livre!

O que eu não gostei - Coisa óbvia, já que o mascarado original estava desenganado, surge então um sucessor, tão sádico quanto seu mestre, para dar continuidade à sequencia.

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Jogos Mortais

Horripilante forma de tortura. A pessoa é raptada e acorda num lugar imundo, presa e pode gritar à vontade pois ninguém jamais irá ouvir. Há uma gravação onde um mascarado (que por si só já nos apavora) lhe diz a "missão" que terá que cumprir. Alguns têm minutos para serrar a perna e se libertar, outros têm que matar um ente querido… A mente pervertida e pra lá de pervertida do sádico mascarado parece não conhecer limites.

O que eu gostei - Pra quem gosta de cenas pavorosamente sangrenta e escatologicamente reais como eu, o filme é um prato cheio. Isso sem falar na idéia do filme, que é uma visão macabra de nossos mais apavorantes pesadelos. Deus me livre de um dia cair nas mãos de semelhante algoz.

O que eu não gostei - Algumas cenas são toscas demais, óbvias demais e não há muitas surpresas. Mais ou menos o que se encontra por aí no gênero.

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Cão de briga

Interessante a história na qual o Jet Li é criado desde pequeno por um gangster e condicionado a agir como um cão. Ao lhe tirarem a "coleira", ele ataca furiosamente e ninguém resiste ao seu ímpeto mortal.

O que eu gostei - Jet Li é sempre ótimo, as cenas de luta são muito reais porque ele realmente sabe o que está fazendo.


O que eu não gostei - A narrativa é um tanto óbvia e o final é mais ou menos o esperado. A idéia é boa mas o desenvolvimento não foge do lugar-comum.

Deja vu

17 de março de 2007

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket

Interessantíssimo, mais uma vez se fala do tempo, da possibilidade de viajar passado, presente e futuro. Dessa vez amparados em algo mais "palpável": um programa que parece o bisneto do Google Earth. Uma espécie de Google Earth bem mais dinâmico e completo, e novamente o tema volta à baila. Nesse caso a teoria é de que a realidade na verdade são "galhos" e que se alguém consegue voltar ao passado e mudar alguma coisa cria-se um outro galho. A questão é o que aconteceria com o "galho" original? Teoricamente deixaria de existir, mas o que acontece quando a gente resolve por em prática algo que era apenas teoria? Será que se confirmariam coisas tais como destino, predestinação, ou isso iria por terra? Assista e você poderá tomar uma posição.

O que eu gostei

O suspense, há momentos em que a gente quase se agarra à cadeira, fato raro no cinema mas às vezes a gente não faz a menor idéia do que vai acontecer a seguir.

O que não gostei

Lá pelo meio do filme a coisa toda dá uma embolada e a gente cai na verborragia, na tentativa de explicar o inexplicável: como caminhar entre passado e futuro e as possíveis consequências. Acho que, afinal, ninguém está nem aí pra saber COMO fazer, a parte tecnológica importa pouco - mesmo porque quem é que vai entender isso?

O diário de Bridget Jones

13 de março de 2007

Bridget - como toda mulher atual, atuante e pensante - tem muitas perguntas, mas não tem todas as respostas, só que não tem medo de procurá-las e as que encontra são bem pessoais - e instransferíveis.

Pra quem vê de fora ela parece apenas uma maluca trapalhona mas há algo de muito humano e verdadeiro em sua maluquice. Na base do ensaio e erro - principalmente do erro - ela segue rumo ao auto-conhecimento e ao equilíbrio (por mais desequilibrada que possa parecer à primeira vista).

Com momentos hilários e outros tocantes ela não tem um pingo de pudor de ser ela mesma e nos ensinar um pouco sobre como conhecer a si mesmo e respeitar os limites e as diferenças dos seres humanos.

O que mais gostei - adorei a Bridget mas acho que ela é irresistível, é impossível ver o filme sem apaixonar-se por ela.

O que eu não gostei - que o filme tenha acabado tão depressa, eu teria ficado horas curitindo essa história.

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