Quem te viu e quem te vê

Adoro filmes, sejam eles americanos, ingleses, espanhóis ou brasileiros, longas ou curtas. Gosto de vários gêneros, e estou sempre arranjando um tempinho pra assistir algum. Então, por quê não comentá-los? Foi o que pensei, e criei esse blog para iss

Jogos Mortais 2

20 de março de 2007

Agora o pesadelo toma forma e, ligando-se esse filme ao anterior, conseguimos ter uma visão mais lógica das razões que fazem o mascarado aplicar "castigos" a algumas vítimas escolhidas a dedo. Aparentemente ele se julga uma espécie de "professor" que ensina uma lição bem amarga e dolorosa a seus "alunos".

O que eu gostei - Roteiro um pouco mais elaborado que o primeiro filme, há momentos de muito suspense e a trama nos parece bem mais próxima do "real" - Deus me livre!

O que eu não gostei - Coisa óbvia, já que o mascarado original estava desenganado, surge então um sucessor, tão sádico quanto seu mestre, para dar continuidade à sequencia.

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Jogos Mortais

Horripilante forma de tortura. A pessoa é raptada e acorda num lugar imundo, presa e pode gritar à vontade pois ninguém jamais irá ouvir. Há uma gravação onde um mascarado (que por si só já nos apavora) lhe diz a "missão" que terá que cumprir. Alguns têm minutos para serrar a perna e se libertar, outros têm que matar um ente querido… A mente pervertida e pra lá de pervertida do sádico mascarado parece não conhecer limites.

O que eu gostei - Pra quem gosta de cenas pavorosamente sangrenta e escatologicamente reais como eu, o filme é um prato cheio. Isso sem falar na idéia do filme, que é uma visão macabra de nossos mais apavorantes pesadelos. Deus me livre de um dia cair nas mãos de semelhante algoz.

O que eu não gostei - Algumas cenas são toscas demais, óbvias demais e não há muitas surpresas. Mais ou menos o que se encontra por aí no gênero.

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Cão de briga

Interessante a história na qual o Jet Li é criado desde pequeno por um gangster e condicionado a agir como um cão. Ao lhe tirarem a "coleira", ele ataca furiosamente e ninguém resiste ao seu ímpeto mortal.

O que eu gostei - Jet Li é sempre ótimo, as cenas de luta são muito reais porque ele realmente sabe o que está fazendo.


O que eu não gostei - A narrativa é um tanto óbvia e o final é mais ou menos o esperado. A idéia é boa mas o desenvolvimento não foge do lugar-comum.

Deja vu

17 de março de 2007

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket

Interessantíssimo, mais uma vez se fala do tempo, da possibilidade de viajar passado, presente e futuro. Dessa vez amparados em algo mais "palpável": um programa que parece o bisneto do Google Earth. Uma espécie de Google Earth bem mais dinâmico e completo, e novamente o tema volta à baila. Nesse caso a teoria é de que a realidade na verdade são "galhos" e que se alguém consegue voltar ao passado e mudar alguma coisa cria-se um outro galho. A questão é o que aconteceria com o "galho" original? Teoricamente deixaria de existir, mas o que acontece quando a gente resolve por em prática algo que era apenas teoria? Será que se confirmariam coisas tais como destino, predestinação, ou isso iria por terra? Assista e você poderá tomar uma posição.

O que eu gostei

O suspense, há momentos em que a gente quase se agarra à cadeira, fato raro no cinema mas às vezes a gente não faz a menor idéia do que vai acontecer a seguir.

O que não gostei

Lá pelo meio do filme a coisa toda dá uma embolada e a gente cai na verborragia, na tentativa de explicar o inexplicável: como caminhar entre passado e futuro e as possíveis consequências. Acho que, afinal, ninguém está nem aí pra saber COMO fazer, a parte tecnológica importa pouco - mesmo porque quem é que vai entender isso?

O diário de Bridget Jones

13 de março de 2007

Bridget - como toda mulher atual, atuante e pensante - tem muitas perguntas, mas não tem todas as respostas, só que não tem medo de procurá-las e as que encontra são bem pessoais - e instransferíveis.

Pra quem vê de fora ela parece apenas uma maluca trapalhona mas há algo de muito humano e verdadeiro em sua maluquice. Na base do ensaio e erro - principalmente do erro - ela segue rumo ao auto-conhecimento e ao equilíbrio (por mais desequilibrada que possa parecer à primeira vista).

Com momentos hilários e outros tocantes ela não tem um pingo de pudor de ser ela mesma e nos ensinar um pouco sobre como conhecer a si mesmo e respeitar os limites e as diferenças dos seres humanos.

O que mais gostei - adorei a Bridget mas acho que ela é irresistível, é impossível ver o filme sem apaixonar-se por ela.

O que eu não gostei - que o filme tenha acabado tão depressa, eu teria ficado horas curitindo essa história.

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