13 de março de 2007

Bridget - como toda mulher atual, atuante e pensante - tem muitas perguntas, mas não tem todas as respostas, só que não tem medo de procurá-las e as que encontra são bem pessoais - e instransferíveis.
Pra quem vê de fora ela parece apenas uma maluca trapalhona mas há algo de muito humano e verdadeiro em sua maluquice. Na base do ensaio e erro - principalmente do erro - ela segue rumo ao auto-conhecimento e ao equilíbrio (por mais desequilibrada que possa parecer à primeira vista).
Com momentos hilários e outros tocantes ela não tem um pingo de pudor de ser ela mesma e nos ensinar um pouco sobre como conhecer a si mesmo e respeitar os limites e as diferenças dos seres humanos.
O que mais gostei - adorei a Bridget mas acho que ela é irresistível, é impossível ver o filme sem apaixonar-se por ela.
O que eu não gostei - que o filme tenha acabado tão depressa, eu teria ficado horas curitindo essa história.
26 de fevereiro de 2007

Vi ontem e adorei! Claro, há uns "furos" na estória, mas volta-se ao tema do tempo como sendo algo em que se pode "viajar" ou comunicar-se com outras pessoas através dele, ou talvez universo paralelo, isso não fica bem claro no filme porque ao que parece desenrolam-se várias estórias simultaneamente e às vezes há flash-backs. A coisa fica um pouco confusa lá pelo final do filme, mas tudo bem.
O que eu gostei
Rever o casalsinho Sandra Bulock e Keanu Reeves juntos, essa dupla realmente funciona. E a estória é envolvente, a gente não tem como não torcer por eles.
O que eu não gostei
O vai-e-vem no tempo não está bem "costuradinho" e ficam fiapos sobrando. De onde veio o cachorro? Como ele responde ao nome "Jack" em 2004 se foi batizado de Jack só depois? Afinal quando foi que o cara morreu? 2004 e o filme termina em 2006 ou o acidente ocorre em 2006 e então o filme termina em 2008? Também com tantas idas e vindas, há momentos que a gente tem dificuldade de saber em que época está.